Amanhã vai chover!
Ouvi no rádio!
Dizem que choverá como nunca e que suas gotas
parecerão mais com o ácido do que com a própria água.
Irá chover horrores!
Lágrimas chegarão!
Amanhã vai chover!
Mas não será igual a outras chuvas e nem
se compara com uma tempestade.
Essa chuva é patética, caótica, poética e atômica.
Amanhã choverá horrores e faltará abrigo.
“quando caminho na chuva procuro por alguns abrigos,
multicoloridos, divertidos a me abrigar,
mas é difícil quando o espaço é pouco para tantos
que procuram pelo mesmo lugar.
Ouvi dizer que amanhã choverá e que as
lágrimas serão bem vindas para refrescar a nossa sede,
pois o que caíra do céu serão gotas de destruição.”
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